




"...No verão de 2004, em campanha, George Bush repetidas vezes assegurou ao público que suas políticas tinham transformado os Estados Unidos num lugar mais seguro: "Viramos a esquina" era o refrão do discurso de bravata. "Estamos projetando os Estados Unidos para a frente ao estender a liberdade e a paz pelo mundo". Ele afirmou que o Iraque e o Afeganistão "agora estão sendo governados por líderes fortes. Esses países estão a caminho de eleições livres. Os Estados Unidos, prosseguiu ele, segurarão os inimigos pelo mundo afora, para que não tenham de encará-los aqui em casa". O presidente não mencionou a falta de armas de destruição em massa, o ônus das mortes crescentes dos soldados, as perdas civis no Afeganistão e no Iraque e devastação de todos os aspectos da vida civil no Iraque. Ele não mencionou as decissões adversas da Suprema Corte em julho de 2004, que contestaram a base legal de seu sistema de prisão pós-guerra e disseram a ele que estrangeiros, assim como os cidadãos americanos, tinham direito a um processo justo mesmo em tempos de guerra. Além disso, Bush não discutiu a crescente alienação e amargura dos americanos, que, já dilacerados por diferenças religiosas e raciais, se tornaram cada vez mais divididos política e economicamente nos últimos quatro anos.
Temos um presidente que gastou meses aterrorizando o país com advertências sobre cogumelos atômicos que viriam do arsenal de Saddam Hussein e depois disse, como fez num discurso de campanha, que isso não era relevante. Bush afirmou: "Ainda podemos encontrar armas, ainda não encontramos. (...) Ouçam o que tenho a dizer a vocês: sabendo o que sei hoje, ainda assim teríamos ido até o Iraque." Temos um presidente que pode ficar indiferente quando cachorros de combate são soltos em cima de prisioneiros e depois declarar, como fez em junho de 2004, que os Estados Unidos são contra a tortura e não vão tolerá-la. "Vamos investigar todos os atos de tortura e processar os que as tenham cometido, além de fazer tudo para impedir que outras punições cruéis e estranhas ocorram em nosso território sem nossa jurisdição", e que " a ausência de tortura é um direito humano inalienável". Há muitos que acreditam que George Bush é um mentiroso, um presidente que distorce fatos de uma maneira ciente e proposital para obter lucro político. Mas mentir indica uma compreensão do que é desejado, do que é possível e de como chegar lá da melhor forma. Uma explicação para esse presidente além do momento imediato em que as pronuncia: ele acredita que sua mera emissão as torna verdadeiras. É uma possibilidade assustadora".
"Livro Cadeia de Comando (Seymor Hersh)- um dos primeiros a denunciar os maus tratos de prisioneiros em Abu Ghraib no Iraque por soldados americanos"
As imagens mostram a guerra contínua entre EUA e Iraque. Os interesses da grande potência disfarçado com a "preocupação" mundial e o forte nacionalismo. O que o governo Bush escondeu, as mentiras que contou e a covardia que cometeu.
Temos um presidente que gastou meses aterrorizando o país com advertências sobre cogumelos atômicos que viriam do arsenal de Saddam Hussein e depois disse, como fez num discurso de campanha, que isso não era relevante. Bush afirmou: "Ainda podemos encontrar armas, ainda não encontramos. (...) Ouçam o que tenho a dizer a vocês: sabendo o que sei hoje, ainda assim teríamos ido até o Iraque." Temos um presidente que pode ficar indiferente quando cachorros de combate são soltos em cima de prisioneiros e depois declarar, como fez em junho de 2004, que os Estados Unidos são contra a tortura e não vão tolerá-la. "Vamos investigar todos os atos de tortura e processar os que as tenham cometido, além de fazer tudo para impedir que outras punições cruéis e estranhas ocorram em nosso território sem nossa jurisdição", e que " a ausência de tortura é um direito humano inalienável". Há muitos que acreditam que George Bush é um mentiroso, um presidente que distorce fatos de uma maneira ciente e proposital para obter lucro político. Mas mentir indica uma compreensão do que é desejado, do que é possível e de como chegar lá da melhor forma. Uma explicação para esse presidente além do momento imediato em que as pronuncia: ele acredita que sua mera emissão as torna verdadeiras. É uma possibilidade assustadora".
"Livro Cadeia de Comando (Seymor Hersh)- um dos primeiros a denunciar os maus tratos de prisioneiros em Abu Ghraib no Iraque por soldados americanos"
As imagens mostram a guerra contínua entre EUA e Iraque. Os interesses da grande potência disfarçado com a "preocupação" mundial e o forte nacionalismo. O que o governo Bush escondeu, as mentiras que contou e a covardia que cometeu.
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